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Cientistas fazem sapos brilharem para proteger espécie


Projeto de zoológico da Inglaterra injeta composto fluorescente em espécie ameaçada para rastreamento.

Cientistas do Zoológico de Chester, na Grã-Bretanha, desenvolveram uma forma de rastrear um anfíbio raro e ameaçado de extinção injetando um composto fluorescente na criatura.

A espécie escolhida é um pequeno sapo da Ilha de Madagascar, no Oceano Índico, o Mantella aurantiaca.

Uma quantidade mínima de silicone fluorescente é injetada logo abaixo da pele do anfíbio para marcar o sapo. O composto é injetado logo abaixo da pele em uma das pernas, para que o sapo não seja visto pelos predadores.


Foto da esquerda mostra o sapo 'Mantella aurantiaca' sem a marcação fluorescente; à direita, é possível ver pequena mancha fluorescente no anfíbio (Foto: BBC)

Depois de testar o composto no zoológico, a equipe de cientistas vai para Madagascar marcar e rastrear os anfíbios em seu habitat.

(//g1.globo.com/natureza/noticia/2014/01/cientistas-fazem-sapos-brilharem-para-proteger-especie.html)